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Meditação em família com as crianças

Conheça a experiência da Sabrina, mãe de crianças de 5 e 7 anos

 

Sabrina Mota Brandão é mãe de João, 5 anos, e Julia, 7 anos. Ambos estudam na be.Living e passaram pelo Programa MindKids. Sabrina interessou-se por mindfulness e percebeu que o benefício para seus filhos ia muito além dos muros da escola. Apesar da agenda ocupada, Sabrina inscreveu-se no programa da MindKids para os pais da be.Living. “Foram quatro módulos, que reuniram pais curiosos, para uma vivência muito interessante”.

Desde então, Sabrina pratica mindfulness com a filha Julia diariamente, inclusive aos finais de semana, na hora de dormir, entre 8 e 10 minutos. “O João também nos acompanha às vezes, mas como ele é menor, nem sempre fica o tempo todo. E eu deixo como uma atividade livre, prazerosa. A única regra é manter silêncio para não atrapalhar a prática. Hoje já virou um hábito”, conta.

Sabrina meditando com os filhos

Segundo a mãe, a prática traz diversos benefícios,  como a capacidade de observar o que se passa ao redor, sem se deixar tomar pelas emoções. “Eu não ‘entro mais na pilha’ das situações. Tenho conseguido desenvolver a capacidade de me olhar como se estivesse de fora da situação. Antes de começar a meditar, eu tinha sempre a sensação de correr muito, mas de sempre estar no mesmo lugar, sem  conseguir realizar tudo o que queria ou precisava”.

Depois de começar a praticar mindfulness diariamente, Sabrina conta que isso mudou, pois ela se sente capaz de eleger prioridades, selecionar o que é mais importante e melhor a ser feito. Ela diz que, mesmo sem aumentar  quantidade de tempo que passa com os filhos, a qualidade do tempo que passa com eles melhorou.

“Meditar faz de mim uma mãe melhor, mais atenta. Curto mais os momentos com meus filhos, pois estou 100% presente em cada um deles, mesmo que sejam breves”.

Ela diz que passou a ouvir mais atentamente os filhos e que não “deixa para amanhã” nenhuma oportunidade, como a de contar histórias e de falarem sobre si uns para os outros. “Uma das práticas que fazemos é falar uma para outra o que estamos sentindo. Assim mostro que não sou uma mãe perfeita, mas que estou sempre tentando melhorar, e a encorajo a falar sobre si, sobre o que ela sente, mesmo que nem sempre sejam coisas boas”. Sabrina sente que o vínculo de ligação dela com os filhos se fortaleceu depois de iniciar a prática diária. “A Julia medita deitada no meu colo, ela se acalma e dorme melhor”, afirma, salientando que a filha dorme depois da meditação, nunca durante.

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